Padrão epidemiológico de maloclusão em pré-escolares brasileiros

Padrão epidemiológico de maloclusão em pré-escolares brasileiros

Padrão epidemiológico de maloclusão em pré-escolares brasileiros

 

Autores: Bauman JM, Souza JGS, CD Bauman, Flório FM

Objetivo: Avaliar a prevalência e o perfil de distribuição das más oclusões em pré-escolares brasileiros e sua associação com macrorregião, moradia, gênero e raça autorreferida. No total, foram analisadas 6.855 crianças de cinco anos participantes da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal (SB Brasil 2010). A má oclusão foi diagnosticada de acordo com o índice de Foster e Hamilton. Realizamos análises descritivas, bivariadas e de regressão múltipla (RP/IC95%). Identificamos que 63,2% das crianças apresentaram pelo menos um dos problemas oclusais avaliados: chave dos caninos (22,9%), overjet (32,9%), overbite (34,6%) e mordida cruzada posterior (18,7%) e, portanto, foram considerados com má oclusão. Maior probabilidade de presença de má oclusão foi identificada entre os residentes do Centro-Oeste (1,08 / IC 95% 1,01-1,15), Nordeste (1,21 / IC95% 1,14-1,28), Regiões Sudeste (1,27 / IC 95% 1,20-1,34) e Sul (1,34 / IC95% 1,26-1,42), quando comparadas a residentes do Norte. Também foi maior entre as crianças do sexo feminino (1,06 / IC95% 1,02-1,09). Não foram identificadas associações quanto à raça e localização do município (capital/sem capital). Uma alta prevalência de má oclusão foi identificada em pré-escolares brasileiros e foi associada ao gênero e à macrorregião. Esses achados podem contribuir para políticas públicas ampliadas e maior acesso ao tratamento para essa população. Uma alta prevalência de má oclusão foi identificada em pré-escolares brasileiros e foi associada ao gênero e à macrorregião. Esses achados podem contribuir para políticas públicas ampliadas e maior acesso ao tratamento para essa população. Uma alta prevalência de má oclusão foi identificada em pré-escolares brasileiros e foi associada ao gênero e à macrorregião. Esses achados podem contribuir para políticas públicas ampliadas e maior acesso ao tratamento para essa população.

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